segunda-feira, julho 04, 2005
Humor duvidoso
Amanhã vou sugerir aos meus vizinhos de cima que mudem os seus hábitos de discussão. Deixarei na caixa de correio uma folha A4 com o seguinte enigmático dizer: «Passem a discutir em francês, é mais sensual».
Porque é este o meu desejo: deixar de ouvir "está tudo acabado, seu porco, está tudo acabado!" e passar a ouvir "c’est finit, mon cochon, c’est finit".
Porque é este o meu desejo: deixar de ouvir "está tudo acabado, seu porco, está tudo acabado!" e passar a ouvir "c’est finit, mon cochon, c’est finit".
quinta-feira, junho 30, 2005
sexta-feira, junho 24, 2005
Humor duvidoso
Deixei de fumar. Já lá vão duas semanas sem tocar num cigarro. Excepto ontem que tive uma recaída de 12 cigarros e Sábado passado que fumei 2 maços e meio numa noite.
quarta-feira, junho 22, 2005
sexta-feira, junho 17, 2005
A atitude do artista conta mais, para si, do que a obra de arte?
Sim. O indivíduo, como tal, como cabeça, se quiser, interessa-me mais do que aquilo que ele faz, porque notei que a maior parte do artista não faz mais do que se repetir. Por outro lado, isto é forçoso, não se pode inventar sempre. Só que eles têm esse velho hábito que os leva a fazer, por exemplo, uma pintura por mês. Tudo depende da velocidade de trabalho; eles pensam que devem à sociedade o quadro mensal ou anual.
MARCEL DUCHAMP
MARCEL DUCHAMP
domingo, junho 12, 2005
No roteiro da Cinemateca
quarta-feira, junho 08, 2005
O duvidoso não é o humor, sou eu
É mais difícil trabalhar quando se está apaixonado.
Os níveis de concentração vão-se abaixo.
Senhores patrões, não dêem emprego a pessoas apaixonadas.
Essas pessoas não rendem o que devem.
São a escumalha da classe operária.
Amigo Alexandre, estou a pensar numa resposta.
Estou cego e vou andar assim durante duas semanas aproximadamente.
Perdi a lente esquerda dos meus óculos.
Que se lixe.
Os níveis de concentração vão-se abaixo.
Senhores patrões, não dêem emprego a pessoas apaixonadas.
Essas pessoas não rendem o que devem.
São a escumalha da classe operária.
Amigo Alexandre, estou a pensar numa resposta.
Estou cego e vou andar assim durante duas semanas aproximadamente.
Perdi a lente esquerda dos meus óculos.
Que se lixe.
domingo, junho 05, 2005
sexta-feira, junho 03, 2005
No roteiro da Cinemateca
quinta-feira, junho 02, 2005
quarta-feira, junho 01, 2005
Humor duvidoso
Fontes próximas da redacção do blogue afílmico afirmam que a poesia de Luís Pignatelli, lida ontem à noite por Nuno Moura no bar do teatrocinearte A Barraca (em jeito de entremeada), poderá ter estado na origem do atentado desta manhã no Afeganistão. O poema em questão chama-se NÃO É FÁCIL O AMOR e o verso que despoletou toda esta situação é o segundo e encontra-se destacado a negrito:
Não é fácil o amor melhor seria
Arrancar um braço fazê-lo voar
Dar a volta ao mundo abraçar
Todo o mundo fazer da alegria
O pão nosso de cada dia não copiar
Os gestos do amor matar a melancolia
Que há no amor querer a vontade fria
Ser cego surdo mudo não sujeitar
O amor ao destino de cada um não ter
Destino nenhum ser a própria imagem
Do amor pôr o coração ao largo não sofrer
Os males do amor não vacilar ter a coragem
De enfrentar a razão de ser da própria dor
Porque o amor é triste não é fácil o amor
Há quem também levante a suspeita de que todos os atentados existentes anteriormente no mundo terem sido engendrados ao som dos mesmos versos mas desta vez na voz de Janita Salomé no álbum A Cantar ao Sol de 1983.
Não é fácil o amor melhor seria
Arrancar um braço fazê-lo voar
Dar a volta ao mundo abraçar
Todo o mundo fazer da alegria
O pão nosso de cada dia não copiar
Os gestos do amor matar a melancolia
Que há no amor querer a vontade fria
Ser cego surdo mudo não sujeitar
O amor ao destino de cada um não ter
Destino nenhum ser a própria imagem
Do amor pôr o coração ao largo não sofrer
Os males do amor não vacilar ter a coragem
De enfrentar a razão de ser da própria dor
Porque o amor é triste não é fácil o amor
Há quem também levante a suspeita de que todos os atentados existentes anteriormente no mundo terem sido engendrados ao som dos mesmos versos mas desta vez na voz de Janita Salomé no álbum A Cantar ao Sol de 1983.
terça-feira, maio 31, 2005
Um post a favor do Fumador
sexta-feira, maio 20, 2005
quarta-feira, maio 18, 2005
terça-feira, maio 17, 2005
No roteiro da Cinemateca
Versinhos muito bons
"Em casa passei a maior parte do tempo na cama. Depois, copiei uns versinhos muito bons: «Uma hora sem minha bela / É como um ano sem vê-la. / Cheia assim de ódio, a vida / Será possível ser vivida?» Deve ser obra de Púchkin. Ao fim da tarde, agasalhado no capote, fui para a porta de entrada de sua excelência e esperei muito tempo, para ver se ela saía e se sentava no coche, apetecia-me olhar para ela mais uma vez... mas não, não saiu."
Em DIÁRIO DE UM LOUCO de Nikolai Gógol (Assírio&Alvim)
Em DIÁRIO DE UM LOUCO de Nikolai Gógol (Assírio&Alvim)
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